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  • Cássio Santiago

Vai de bike? Confira as dicas!

Seja para os momentos de lazer dos fins de semana ou para fugir do stress do volante no dia a dia, cada vez mais pessoas estão aderindo às “magrelas”.

A Abradibi (Associação Brasileira da Indústria, Comércio, Importação e Exportação de Bicicletas, Peças e Acessórios) prevê que ocorra um crescimento de mais de 30% das vendas de bikes no País. Porém, se você acha que saber pedalar já é o suficiente para sair por aí, está muito enganado!


Para cada tipo físico, nível de treinamento, condicionamento e idade é preciso adotar uma bicicleta específica. Quer fazer a opção certa? Apresentaremos os quatro passos que você deve seguir na hora de selecionar uma bike para chamar de sua. A escolha do modelo e dos acessórios corretos são essenciais para evitar acidentes e lesões.

1. Defina onde você vai pedalar

Antes de tudo, é preciso se decidir: você quer uma bicicleta para passear, praticar esporte ou como um meio de transporte? Os modelos disponíveis variam de acordo com o trajeto que se pretende percorrer. Se o seu objetivo é encarar o trânsito de uma cidade, a melhor indicação são as chamadas mountain bikes. Mais tradicionais, elas têm rodas largas e aderentes, além de amortecedores – em geral, são equipadas com farol, bagageiro, lanterna e buzina. O ciclista fica posicionado com o corpo mais ereto, para que seja priorizado o conforto durante as longas distâncias, e não a velocidade.


Outra opção que está chegando ao Brasil para o meio urbano são as bicicletas dobráveis. Fáceis de serem carregadas de um lado para o outro, elas são menores, com rodagem de 16 a 26 polegadas. Mas antes de comprar o equipamento, é preciso observar a facilidade de encontrar rodas, câmeras de ar e pneus de reposição.


Quem quer uma bike para usar com menos frequência e em áreas bem pavimentadas, a melhor escolha é uma bicicleta de passeio. Isso porque ela preza o conforto e tem o selim maior e acolchoado.


O modelo de velocidade – também conhecido como road – fica reservado para atletas experientes. Seus pneus são mais leves, mas menos aderentes. Além disso, quadro, guidão e selim são posicionados de maneira que o ciclista fique bem curvado, o que renderia uma grande dor na coluna a quem não está acostumado a pedalar.


2. A bicicleta deve se adequar ao seu corpo

De nada adianta escolher o tipo certo de bicicleta se o tamanho dela não for adequado ao seu dono. Entretanto, mais do que a altura, o que deve ser levado em consideração é o tamanho das pernas do ciclista (conhecida como “medida do cavalo”). Quanto mais alto você for, maior deve ser o tamanho do quadro da bike. Esse dado, geralmente, está afixado nos modelos à venda.


3. Qualidade é importante

Em vez de se deixar levar pela empolgação de ir logo às compras e escolher o produto com base apenas no preço e na beleza, o melhor é economizar um pouquinho até que você possa adquirir uma boa “magrela” e garantir a sua segurança. O ditado 'o barato sai caro' cabe perfeitamente no mundo das bicicletas, uma vez que a maioria dos acidentes ocorre por falha mecânica. É preferível procurar lojas especializadas que tenham profissionais para orientá-lo a adquirir o equipamento em supermercados.


4. Lembre-se sempre dos acessórios

Não é frescura! A obrigatoriedade de certos “apetrechos” está prevista pelo Código de Trânsito Brasileiro. Então, antes de sair de casa, confira se a sua bike tem campainha e sinalização noturna dianteira, traseira, lateral e nos pedais. Sugerimos, além dos itens obrigatórios por lei, o uso de capacete, luvas e óculos, bem como da sinalização de luz ativa dianteira e traseira para circular à noite.




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